Um auxiliar de estoque gravava vídeos no TikTok dentro do próprio depósito onde trabalhava, uniformizado, fazendo comentários irônicos sobre colegas e sobre a rotina da empresa. Resultado: demissão por justa causa. Só que, mais de três anos depois, o Tribunal Superior do Trabalho confirmou que a punição foi longe demais — e a empresa terá de pagar as verbas como se a dispensa tivesse sido sem justa causa. O caso, julgado pela 5ª Turma do TST em maio de 2026, é só a ponta mais